sábado, 9 de abril de 2011

Rosa da Noite

Talvéz seja um sonho,
Talvéz um pesadelo.
Meu sangue escorrega como vinho,
Vindo do meu pescoço.
Queria tanto ter-te!
Mas provavelmente, não posso...

Talvéz venha a ser uma deles.
Ou talvéz não.
Talvez continu a ser uma reles...
Uma reles humana!
Mas humana ou vampira,
Não quero saber!
Apenas te quero ter!

Teus dentes afiados,
Mordem-me!
Não me consigo sentir.
Mas não posso ir!
Tenho forças para abrir os olhos.
Olho-te.
Tu sugas-me o sangue.
Não te consegues controlar,
Mas sei que não me vais matar!
Teus olhos, estão vermelhos,
Da cor do meu sangue.

Finalmente paras.
Tens a boca coberta com o meu sangue,
Quase não tenho forças,
Mas enquanto choras,
Consigo ainda te chamar,
Dizer teu nome.

Tu olhar para mim,
Abraças-me e sorris-me.
Chamas-me flor-de-jasmim.

Beijas-me na testa,
Quanto eu sinto a minha frida a sarar,
A sicatrizar.
Não sei o porque disso,
Mas tambés volto a sentir denovo as forças,
O dobro ou o triplo, talvéz!

Dizes-me que me transformei num ser da noite.
Um vampiro.

Para sempre.
Diceste
O que quer que isto represente,
Tu não és inocente!

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